domingo, 20 de abril de 2014

Peão

E nesse seu imenso tabuleiro,
eu,
que me enxergava Rainha,
me descobri
Peão. 

sábado, 19 de abril de 2014

What Hurts The Most

"But I know if  I could do it over
I would trade, 
Give away all the words
That I saved in my heart that I left unspoken

What hurts the most, 

Is being so close
And having so much to say
And watching you walk away
And never knowing, what could have been
And not seein ' that lovin ' you
Is what I was tryin ' to do."

- Rascal Flatts

quarta-feira, 9 de abril de 2014

O Silêncio das Estrelas

"Solidão, o silêncio das estrelas, a ilusão
Eu pensei que tinha o mundo em minhas mãos
Como um deus e amanheço mortal

E assim, repetindo os mesmos erros, dói em mim
Ver que toda essa procura não tem fim
E o que é que eu procuro afinal?

Um sinal, uma porta pro infinito, o irreal
O que não pode ser dito, afinal
Ser um homem em busca de mais, de mais
Afinal, feito estrelas que brilham em paz, em paz

Solidão, o silêncio das estrelas, a ilusão
Eu pensei que tinha o mundo em minhas mãos
Como um deus e amanheço mortal

Um sinal, uma porta pro infinito, o irreal
O que não pode ser dito, afinal
Ser um homem em busca de mais"

-Lenine

segunda-feira, 31 de março de 2014

Aquele Meu, Aquele Teu

Aquele meu olhar tão singelo 
cheio de tudo,
aquela tua boca linda
pedindo por mais um trago meu.

Aquele teu olhar tão dissimulado
de quem não quer nada 
e ao mesmo tempo
quer tudo.

Aquele meu sorriso de canto
que te traduz,
aqueles meus lábios
que te percorrem,
excitam
e amam.

sexta-feira, 28 de março de 2014

Só você

Acordo de madrugada sentindo esse aperto no peito.
 Não consigo dormir. 
Se esse sentimento é só meu, essa saudade também é só minha. Não é uma via de mão dupla.
 É horrível ter a certeza de que tudo acabou e que quem tem aquele buraco no miocárdio é você. 
Só você. 

terça-feira, 11 de março de 2014

Sempre teu nome

Eu luto pra conseguir ouvir tudo o que a minha racionalidade diz, em meio aos gritos que meu coração pronuncia: sempre teu nome.

quinta-feira, 6 de março de 2014

Até quando?

Você não nota, mas te observo por cima do meu copo cheio de um destilado qualquer. 
Minha expressão é serena, mas meus olhos não escondem os pensamentos torpes que invadem minha mente. 
Um sorriso sarcástico surge em meus lábios ao me lembrar por quanto tempo lutei contra tudo relacionado a você.
 Os dias turbulentos e as noites em que passei em claro, lutando pra não sonhar mais uma vez com você. 
Nada disso importa agora. Não há mais relutância. 
Termino o meu destilado. Seu olhar cruza com o meu e vejo nos teus olhos a mesma sensação de impotência que preenche meu peito. 
Eu desvio o olhar e coloco meu copo sobre a mesa. É hora de ir. Vou em direção a porta e sinto seus olhos me acompanharem. 
Se você soubesse o quanto é difícil não ir em direção à eles... Respiro fundo com a esperança de que o ar leve embora um pouco daquele peso que carrego sobre os ombros. 
A rua está deserta, o que me deixa confortável para usufruir do meu hábito de falar sozinha. 
"Só queria poder te mostrar tudo o que sinto." 
Estou cansada de me limitar a palavras. Elas não traduzem a intensidade com que meus lábios insistem em te tocar. 
Ao atravessar a porta de casa, me encontro naquele escuro tão cheio dos meus mais profundos momentos, aquele que já me ouviu tantas vezes sussurrar: 
"Até quando vou querer que você faça o que bem quiser de mim?"