Agora que eu sabia da existência de mais uma das minhas fraquezas, as coisas iam mudar. Eu sabia.
Como ficar longe da alguém que te faz tão bem e ao mesmo tempo te atrai tanto? Meu coração ficava em um vai e vem constante, um apaixona-desapaixona viciante.
Parte de mim queria cuidar, proteger e ser o mais gentil possível. Já o resto, queria tomar posse, ter nos braços, o corpo a corpo, o hálito quente percorrendo toda a extensão do pescoço, os lábios e olhos que me hipnotizavam como se fossem a única coisa prazerosa no mundo.
Para o seu bem eu fui prudente. Para o meu mal eu vivo matutando.
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