sábado, 1 de março de 2014

Aquelas coisas tão banais...

Releio palavras minhas recheadas de você e nada em meu peito se manifesta.
Eu aceitei que te ter é uma ilusão e, desculpe, me limito a viver de sonhos. Ilusões não são permitidas no meu cotidiano.
E aquelas coisas tão banais parecem tão sem sentido agora...
Minhas tentativas vãs e falhas me levaram pra longe de você. 
Tudo o que restou foi distância e é disso que eu vivo.

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