Enquanto caminha pra longe,
Sem pra trás olhar, vai marcando os passos na areia fria.
Olhou para os céus pedindo forças ao Soberano e este, com todo o seu Amor, enviou seus anjos.
O Tempo, velho amigo e conselheiro, dá um abraço acolhedor.
Tua voz, forte e calma, diz "Deixa quem já fostes pra trás, nova era há de vir.
Entrega à Morte as magoas e os rancores que em ti pesam que a própria há de sepultá-los.
Erga a cabeça e abra o peito que a Liberdade vem logo ali.
E dê cá esse coração rasgado que tenho linha e agulha no bolso, vou costurando pra ti."
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